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Visita guiada pela Dra. Manuela Cambotas à Rua do Bonjardim no Porto (Parte I)


A Igreja dos Congregados, na Praça Almeida Garrett, foi ponto de partida para mais um passeio à descoberta da cidade invicta


No início deste ano (28 de janeiro), abrimos mais uma linha temática nas nossas visitas ao Porto acompanhadas pela nossa habitual e querida Dra. Manuela Cambotas: o tema "Rua a Rua". Propusemo-nos percorrer algumas ruas relevantes da cidade e descobrir histórias e pormenores sobre elas e, deste modo, continuar a conhecer a cidade a fundo.

Lançámos, então, aquando da publicação do evento no site, a quem quisesse participar na visita, o desafio de tentar adivinhar de que rua se tratava. Demos algumas «dicas» e esperámos pelos palpites... pois tivemos participantes e bastantes - apesar do tema ser segredo -; uns adivinharam, outros não, mas isso não importa, porque, como sempre, tivemos mais um passeio que valeu a pena para todos.

A rua? A Rua do Bonjardim. Outrora, talvez a maior rua do Porto, pois já foi mais longa do que atualmente, tanto no início, como no fim. Sabiam que já se estendeu, noutros tempos, até à zona do Hospital Conde Ferreira? Hoje rua da cidade; em tempos idos, estrada de saída em direção ao Minho.

Começámos junto à Igreja dos Congregados, pois aqui nascia a Rua do Bonjardim, junto à Porta dos Carros, principal saída da antiga Muralha Fernandina, e seguimos até à Praça D. João I, falando de muitas coisas que aí existiram, cafés, comércios, até o antigo BPA.

A praça tem muito que se lhe diga - e dissemos -, e mais não dizemos neste espaço para não sermos demasiado exaustivos. Bem perto, uma importante instituição cívica e cultural do Porto: a Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto. Idade: uns vetustos 135 anos, a mais antiga do Porto, talvez do país, no que respeita a este tipo de instituição. Visitámo-la e fomos muito bem recebidos.

Depois, seguimos viagem pela nossa rua até à Rua Gonçalo Cristóvão, ouvindo mais histórias e curiosidades (uma: foi aqui que viveu Sampaio Bruno e a família; outra: não podemos contar - tivessem estado lá para ouvir).

Ficou a promessa de fazer a parte restante da rua, agora em sentido contrário, descendo a partir da Praça do Marquês, mas isso será um relato a fazer num futuro muito próximo.

Fotos gentilmente cedidas por Carlos Paz.

Publicado em 02/03/2018