Login
Nº Sócio
Pin
    
 

Passeio "Região do Douro com Vindimas e Cruzeiro na Régua/Pinhão"


De 22 a 24 de setembro de 2017
Inscrições fechadas


Programação:

. 22 de setembro (Lisboa | Vilarinho da Samardã | Favaios | Vila Real): Em hora e local a informar, partida em autocarro privado com destino a Vilarinho da Samardã. Paragem técnica durante o percurso. Chegada e almoço no restaurante "Passos Perdidos". Após o almoço, saída em direção de Favaios para visita do Museu do Pão e do Vinho. Inserido numa vila que já teve foral e foi sede de concelho, o Museu do Pão e do Vinho de Favaios encontra-se localizado nas proximidades dos antigos paços do concelho. Este núcleo museológico pretende fazer a apologia de dois produtos ou riquezas inerentes a esta vila. O pão de Favaios, sobejamente conhecido e com grande representação na vila, fruto das inúmeras padarias a laborarem ao longo de todos estes anos, e por outro lado o vinho, neste caso específico, o Moscatel de Favaios, conhecido internacionalmente e produzido na Adega Cooperativa de Favaios. Este Museu conjuga assim estas duas riquezas locais, propondo-nos fazer uma viagem no tempo aliciante, quer ligado à manufatura do próprio pão, quer do vinho moscatel. Continuação para Vila Real. Breve visita panorâmica da cidade. Chegada ao Hotel Miracorgo 4*. Distribuição dos quartos. Jantar no hotel e alojamento.

. 23 de setembro (Vila Real | Quinta do Vallado | Régua | Cruzeiro no Douro | Pinhão | Vila Real): Pequeno-almoço no hotel. Saída com destino à Quinta Casa Amarela em Rio Bom. A história do Douro tem aqui um lugar muito especial. Encontra-se na posse da mesma família desde o ano de 1885. A casa de habitação, reconstruída e ampliada no primeiro quartel do século passado, empresta o nome à propriedade, em virtude da cor amarela com que se encontra pintada. Empresa de cariz familiar, continuadora das tradições multicentenárias da região, na arte de produzir o Vinho do Porto e o Vinho de Denominação de Origem Douro. Visita da adega com atividade de vindima, prova de vinhos e almoço. Continuação para a Régua para embarcar pelas 14h45 no cais da Régua, no Cruzeiro no Douro, com subida da Barragem de Bagaúste (desnível de 27 metros) e com chegada ao Pinhão pelas 17h00. Aqui tomaremos o nosso autocarro de regresso a Vila Real e ao Hotel Miracorgo. Jantar no hotel e alojamento.

. 24 de setembro (Vila Real | Salzedas | Tarouca | Lisboa): Pequeno-almoço no hotel. Saída para o Peso da Régua para visita do Museu do Douro. Após a visita, saída com destino a Salzedas e visita ao Mosteiro de Santa Maria de Salzedas, mosteiro masculino da Ordem de Cister. A sua construção teve início em 1168. Com a sua fundação intimamente ligada à figura de Teresa Afonso, mulher de Egas Moniz, o complexo monástico foi largamente ampliado nos séculos XVII e XVIII, destacando-se um novo e monumental claustro no século XVIII com traço do arquiteto maltês Carlos Gimach. Conta no seu espólio com trabalhos de alguns dos maiores nomes da pintura em Portugal, como Vasco Fernandes (Grão Vasco), Bento Coelho da Silveira ou Pascoal Parente. Foi classificado Monumento Nacional em 1997. Continuação para visita ao Mosteiro de S. João de Tarouca, localizado na encosta da Serra de Leomil. Inicialmente foi um ermitério mas, em 1152, após a vitória de D. Afonso Henriques sobre os mouros, em Trancoso, foi lançada a primeira pedra da igreja conventual cisterciense. O mosteiro foi o primeiro a ser construído no país pela Ordem de Cister. O dormitório novo e torre sineira foram construídos no século XVI. A última fase das obras de ampliação do mosteiro decorreu no século XIX. Em 1938 seriam restaurados os retábulos, nomeadamente o de São Pedro, atribuído a Grão Vasco. Nesta abadia repousa D. Pedro Afonso, um dos filhos bastardos do Rei D. Dinis, num enorme sarcófago em pedra de granito encimada pela estátua jacente e decorado com cenas de caça. Antes de almoço, visita ao Museu do Espumante em Tarouca, com degustação. O almoço terá lugar no restaurante "Polo Norte", em Britiande. Segue-se a visita à ponte e torre fortificada de Ucanha. Esta ponte fortificada constituía a entrada monumental no couto do Mosteiro de Salzedas. A torre servia para cobrar a portagem, defesa e armazenamento de produtos. A função militar era secundária, não existindo ameias no topo. Continuação da viagem de regresso a Lisboa com paragens técnicas durante o percurso. Chegada a Lisboa ao final do dia.

» A 20 de julho, o Clube informará os Associados cujas inscrições forem consideradas (não será válida qualquer inscrição não confirmada pelo Clube Millennium bcp).

PDF (Arquivo)

Publicado em 28/06/2017 (Atualizado em 20/07/2017)